Uma vez me disseram que eu dou muita importância a coisas pequenas, e essa "pequena" frase me deixou irritadíssima, pq acredito que são essas pequenas coisas que fazem a diferença.
Às vezes me choco com coisas que a maioria das pessoas acham normal e, por todos agirem daquela forma, a errada passa a ser eu.
Posso dar diversos exemplos que podem parecer banais mas que para mim são importantes. Pra começar, eu sempre volto meu banco do ônibus fretado para a posição normal para facilitar a saída da pessoa de trás. Eu sempre dou bom dia qdo entro e saio em qq lugar, do fretado, do prédio, do elevador, do táxi. Sempre dou seta qdo vou virar, mesmo dentro de estacionamento de shopping ou supermercado, afinal é uma forma de avisar não só aos outros carros mas tb aos pedestres o que vou fazer, evitando assim acidentes ou que a pessoa fique parada sem saber se pode ou não atravessar uma rua. Qdo disco um número errado, peço desculpas e digo que liguei errado, ao invés de bater o telefone na cara de quem atendeu. Guardo todos os papéizinhos de bala, chiclete ou qq outro dentro da bolsa jamais jogando pela janela do carro ou na calçada...
Pode parecer besteira os exemplos que citei mas posso afirmar que muito pouca gente tem essa atitude, muito pouca gente se importa com o próximo. Cada um vive no seu mundinho e que se dane o resto... infelizmente é assim o mundo em que vivemos
Até concordo que preciso mudar sim, mas não deixando de me importar com esses pequenos detalhes, e sim não esperando que o mundo aja como eu. É aí que está meu erro.
Sheyla
ResponderExcluirEm nosso cotidiano agitado, nós acabamos nos esquecendo desses "pequenos" detalhes, mas eles podem melhorar (e muito) o clima de uma ambiente.... de trabalho, de escola, nossa família, etc... Admito que não tenho dado muita importância a esses detalhes, agir assim não é nenhum erro (você não está errada), precisamos fazer nossa parte, dar o exemplo, para que as outras pessoas o sigam...
Beijos
Oi Sheyla, bom dia! Adorei a sua msg e acho que não tem nada de bobo ai não. Acho que isso se chama exercer cidadania e acho que não é o mundo todo que está perdido não. Em países europeus as pessoas nascem com essas concepções ou são punidos na rua, não por policiais, mas pelos próprios cidadãos. Não estou puxando o saco dos europeus não e adoro o Brasil e faço força pra entender sempre os brasileiros, mas acho que falta em nós, brasileiros, um pouco mais de cidadania. Se todos se mostrassem indignados com os que jogam papel na rua (estou até sendo modesta aqui pq, na verdade, só não jogam a mãe na rua, do resto - vidro, lata, pneu ... vai tudo!!!), se cobrassemos, educadamente, que os outros ajeitassem as poltronas, as cadeiras quando acaba uma aula e tal, aos poucos conquistaríamos os outros "cidadãos". Ontem fui numa agência do Nossa Caixa. Sou obrigada a manter conta lá por causa da minha bolsa, mas estou fechando uma delas. Perguntei a gerente o que eu precisaria para fechar a conta pq eu provavelmente não teria todos os documentos lá e poderia voltar depois, com tudo na mão. A moça me disse que eu não precisava de nada e, quando viu 3 pessoas na minha frente, na espera para fechar a conta em outra área do banco, riu de mim e disse que aquilo não era fila e que eu não ia demorar mais do que 10 minutos. Pois bem, apesar da simpatia, cada um dos funcionários daquela outra área levou 30 MINUTOS para atender cada cliente e eu esperei por quase 40 minutos até chegar minha vez. E então, quando cheguei, a moça logo me disse que eu precisava da assinatura do meu orientador!! Eu podia ter ido embora e levado comigo a minha frustração. Mas voltei até a gerente que me deu informação errada. Veja que ela é gerente do banco e não uma funcionária qualquer! E disse, muito educadamente, que a informação que ela havia me dado era errada e expliquei para ela o que era o certo para que ela, numa próxima vez, desse a informaçao correta e salvasse o tempo de outra pessoa. Ninguém gosta de perder tempo e os bancos públicos parecem fazer questão de manter a filosofia "tudo no Br tem que ser burocrático e lento, acostumesse!". Acho que essas pequenas coisas, se viessem com mais frequencia e de pessoas diferentes, SEMPRE COM EDUCAÇÃO, É LÓGICO, fariam diferentes e a curto prazo, sabe?!
ResponderExcluirFalta às nossas crianças, dentre outras n coisas, uma boa educação em casa e na escola, e que aquela disciplina - educação moral e cívica - fosse dada de maneira muito séria e com a mesma importância a matemática e do português. Nós não conhecemos nossas leis!! Como é possível exercer cidadania sem saber de nossos direitos e deveres?
Enfim, Sheyla, que bom que vc é assim. Passe essa "lição de vida" para quem vc puder. Assim, tenho esperança de que nossos filhos tem alguma chance de verem um Brasil melhor!
Um grande beijo!
Patrícia
A intenção é exatamente essa, passar isso aos meus filhos para tentar de alguma forma fazer a diferença...
ResponderExcluirE fico feliz em sber que convivo com pessoas que pensam como eu, mesmo que seja um convívio virtual... :)
Hey, Sheylinha
ResponderExcluirparece que você me descreveu neste seu "desabafo" do dia....
eu também sou assim, e ontem mesmo eu me envolvi numa discussão por conta que pessoas relapsas não dão o devido valor à certas urgências e detalhes tão importantes....
Mas, fazer o que... eu não vou mudar por conta de outras pessoas... se ser assim me faz uma pessoa melhor, não vai ser por causa de outras pessoas que vou começar a jogar lixo na rua, não me deter a detalhes, etc....
adorei... bjocas
Que bom poder ter dado esse toque à vc... :)
ResponderExcluirO problema Keiko, é que eu fico agoniada e acabo me irritando, achando as coisas um absurdo... é aí que está meu erro. Preciso, como disse lá no texto, não me conformar, mas não me deixar abater pelas atitudes erradas dos outros...
ResponderExcluirCada vez que estou na praia e vejo povo tomando sorvete e jogando o palito e o papel no chão, é como se estivesssem me enfiando uma faca, sabe? E é esse que eu preciso aprender a controlar. Devo apenas lamentar, mas continuar agindo como sempre agi: ir até lá, pegar e levar até a lixeira mais próxima.
Lembro uma vez que estava na Marginal e um carro me chamou a atenção por ser um Montana e ter uma bandeira de mergulho na traseira. Foi qdo uma copo de milk-shake do Mc Donald's voou pela janela.
Meu instinto era seguir o carro e dizer: "hey, moço... caiu um copo do seu carro", mas infelizmente era o Chico quem estava dirigindo e ele não fez nada. Fiquei mal por horas...
É aí que digo que devo e quero mudar...
Sheyla, se isso te consola tb faço essas coisas... e tb gostaria q todos agissem dessa maneira, pois seria mto mais fácil...
ResponderExcluirBjs
Li a um tempo atrás um texto que dizia que o que faz uma nação grande é seu povo, sua educação e costumes e não a idade delas, aqui no Brasil, como sabiamente disse, ninguém se preocupa com o próximo, e sim no seu conforto, é mais fácil jogar a pituca do cigarro na rua através da janela do carro do que guarda-la num lixinho dentro do carro e depois jogar o lixinho em algum lugar apropriado, isso é muito difícil, não fazem a parte deles e depois reclamam da imundice que se tornou a cidade, acredito que pensam resolvi “meu problema” os outros que se preocupem com os deles, são tão ignorantes que não vêem o mal que fazem a eles mesmos. O que vejo é que temos que continuar fazendo a coisa certa, igual a você, os nossos filhos são nossos espelhos e é através deles que temos também que mudar essa situação, faço tudo certo quando estou com eles e mostro as coisas erradas que estão ao nosso redor, vejo minha filhinha catando essas sujeiras no parquinho da praça e jogando no lixo, e reclamando como é que pode as pessoas fazerem isso, acho que estou certo mas não gosto de vê-la fazendo isso, acho importante ela se incomodar com a limpeza do lugar que brinca, mas acho injusto uma criança já com essa responsabilidade. Com meu filho é igual, ensinamos que é errado passar no sinal vermelho, mas as vezes passamos, então ele fala: - Que feio, fazendo coisa errada !!! Mas é bom quem, sabe assim criamos um pais melhor de se viver.
ResponderExcluirSérgio, o que vou dizer agora pode soar meu grosseiro, mas qdo vejo esses noticiários de enchente ao invés de pena, sinto raiva... vamos pegar como exemplo a cidade de São Paulo, local onde passo a maior parte do meu dia apesar de morar em Santos.
ResponderExcluirO córrego Pirajussara é um problema há anos e muitas pessoas perdem seus móveis anualmente na época. Vira e mexe aparece no notícário, mas o que vejo lá é fogão, geladeira, colchão... tudo isso dentro do córrego.
Não quero defender a prefeitura, mas mesmo que eles façam algo, é óbvio que não dá conta e nem melhora a situação pq o lixo acumulado é tanto que obra nenhuma será capaz de acabar com esse problema.
Às vezes acho que o governa deveria "ensinar" de alguma forma através de informes publicitários de uma forma mais drástica que lugar de lixo é no lixo.
Eu faria assim: colocaria várias manchetes em preto e branco sobre crianças que sumiram em enchente, casas que desabaram, córrego inundado... uma sobrepondo a outra. Depois uma voz grave diria: "Quem causou isso foi vc. Jogar lixo nas ruas entope boeiros e causa desgraça. Jogue lixo no lixo. Faça sua parte que o governo fará a dele."
Pesado? Mas talvez assim a população entenderia...
Sheyla, me identifiquei muito com o texto que escreveu. Concordo em grau, número e gênero e tento agir dessa forma, mesmo nas "pequenas coisas". Vc é dez!!! Beijos
ResponderExcluirÉ, Sheylinha, eu tenho esse mesmo problema, muitas vezes me pego irritado porque as pessoas têm essas atitudes egoístas. Mas a gente não pode esperar que os outros ajam como nós. Temos, sim, que fazer a nossa parte e torcer para que os outros notem a diferença que isso faz e sigam os nossos procedimentos.
ResponderExcluirNunca desista de ser você, mesmo que todos os outros façam a coisa errada nunca se sinta diminuída ou discriminada e sim orgulhosa por estar fazendo aquilo que é o mais certo pra vc.
Beijo grande
Paulão
P.S.: Vê se vcs aparecem lá no 6:01 amanhã heim !!!!
Opa! Já avisei o Chico... estaremos lá.
ResponderExcluir