segunda-feira, 22 de maio de 2006
quinta-feira, 18 de maio de 2006
A culpa é de todos
Eu tentei não comentar nada sobre os últimos acontecimentos, mas não consegui.
É revoltante, é assustador, é triste.
Mas tb não é novidade nenhuma. Este mal generalizado existe há muito tempo, só que nunca chegou tão perto de nós paulistas.
Analisar quem é o culpado?! Impossível... mas tenho certeza que todos nós temos uma parcela de culpa.
O brasileiro é um ser acomodado, um ser apático, que não está nem aí enqto o problema só atinge aos outros. Só é capaz de falar alguma coisa qdo mexem com ele... mas aí tb vai depender de qto trabalho isso vai dar.
O brasileiro é o ser mais memória curta que existe na face da Terra. Se bobear logo, logo nem vai mais lembrar do que aconteceu.
Aqui é tudo tão errado, tão sujo, tão vergonhoso que, sinceramente, não acredito que vá mudar. O famoso "jeitinho brasileiro" existe em todos os lugares e ninguém consegue enxergar a "big picture".
É tanta gente tirando pequena vantagem de tudo qto é canto, que acabou virando isso, essa zona que chamamos de país. As coisas acontecem em cadeia e ninguém percebe que seu pequeno erro contribui para coisas muito mais graves e de proporções muito maiores.
Por exemplo: o carinha ali é formado, trabalha, é culto, não rouba, não mata, é super gente boa. Ele só fuma um baseadinho de vez em qdo... qual o problema? Ele paga com dinheiro honesto, trabalhado. Mas o que há por trás de tudo isso?! Alguém já parou pra pensar?
Esse carinha "inocente" é mais uma gotinha desse oceano chamado "tráfico" em que vivemos afogados.
O mesmo acontece qdo vc tenta dar jeitinhos para pagar menos impostos, qdo vc dá um jeitinho de não pegar uma fila ou não ter que esperar tanto tempo por alguma coisa, qdo vc faz algo pq todo mundo faz e assim por diante.
Se cada um não passar a agir o mais corretamente possível e esses ensinamentos não forem passados para as próximas gerações, o único jeito do Brasil melhorar será qdo o mundo acabar e tivermos a chance de recomeçar.
terça-feira, 9 de maio de 2006
Ai, ai...
Sabe qdo vc tem um monte de coisa pra falar, mas sua vida está tão louca que vc não sabe nem por onde começar? Estou mais ou menos assim.
Acho que se fosse tentar escrever tudo o que passa na minha cabeça, o texto ficaria uma bagunça só e ninguém entenderia nada. É prova, trabalho, viagem, chá de bebê de amiga, aniversário do maridão, busca por uma recolocação... dentre tantas outras coisas.
Mas como sempre que vejo algo venho aqui desabafar com vcs, vamos a "bola" da vez. Parece mentira, mas eu ainda me choco com certas modernidades e não consigo aceitar.
Alguém por acaso já viu o novo comercial do Caldo Knorr? É uma mãe levando o menino até a portaria do prédio e dizendo: comporte-se na casa do seu pai, hein? Guardanapo no colo, garfo na mão esquerda e faca na direita... aí o pai vem buscá-lo, prepara o almoço e o devolve pra mãe.
Que existem filhos de casais separados todo mundo sabe, mas tratar isso como sendo algo normal já é demais pra minha cabeça.
Onde foi parar a belaza dos comerciais de margarina, com a família toda reunidada no café da manhã?
Talvez o problema seja eu... sei lá... mas prefiro ser assim, que me deixar contaminar pelos novos valores da humanidade... humpf!
segunda-feira, 8 de maio de 2006
terça-feira, 2 de maio de 2006
Feriado light
Como se não bastasse passar um feriado sem baladas ou raves*, aproveitamos para desintoxicar um pouquinho.
Assistimos muito dvd, mantivemos uma alimentação saudável durante os três dias, além de beber muita água durante as horas que ficamos na praia no domingo e na segunda. Até estreei minha auto cooker, panela de cozimento a vapor que ganhei da minha amiga Alessandra.
O Chico bem que tentou dar uma beliscadinha nos brócolis, mas ainda é muito cedo para exigir que ele coma essas coisas. Já me sinto vitoriosa por ele ter comido saladinha de alface, tomate, cebola roxa e palmito para acompanhar o peito de frango grelhado com purê de batatas que fiz no domingo.
Tirando o sábado, que almoçamos com uma amiga de São Paulo, todas as nossas refeições foram caseiras. Nada de delivery ou besteiras. Foram 4 alimentações diárias sem ingestão de açúcar refinado, gordura ou álcool... um verdadeiro spa residencial... rs
Sei que é difícil adquirir hábitos alimentares saudáveis, mesmo para alguém como eu, que ficou mais de 5 anos natureba (sem carne vermelha, frituras, álcool, açúcar refinado, etc).
É muito mais fácil voltar a comer besteira do que começar a gostar de comida saudável. Na verdade, confesso que não gosto de todas as verduras e legumes. Como por necessidade, nem que seja disfarçando dentro de tortas ou outro prato mais apetitoso.
Espero que esses três dias tenham sido proveitosos para o Chico, para que juntos possamos mudar nossos hábitos definitivamente.
Mas calma Gabriela... isso não significa que não irei mais beber. Nossas raves* estão garantidas eternamente.
* rave é o nome que damos às nossas festinhas residenciais que geralmente viram a noite.